Claro que estou, só ver a data do último post.
Bom, mas a razão é uma, ontem foi o dia dos pais, eu não tenho um filho humano, mas se considerarmos a depência que o Moe tem de mim, então digamos que eu tenho sim um filhão.
O Moe é um labrador. O meu amigão Moe andou doente estes dias e andei correndo com ele pra vários lugares, e enfim, não sei se por ironia ou por apenas me mostrar quem realmente importa pra mim, ele melhorou ontem, no dia dos pais.
Foi então que fui passear com ele, aproveitar um pouco para dar a ele um pouco de ar puro e exercicios.
O labrador é um cão retriever, ou seja, que atua em dupla com o homem durante caçadas, esperando o dono atirar na presa para depois ir buscar com rapidez, sempre entregando a presa intacta ao dono. Foi ontem uma prova disso, estava eu caminhando com o recém melhorado Moe quando vimos uma moça sentada num banco lendo um livro, atraente, me chamou a atenção, e o Moe pareceu entender o recado e passamos do lado dela, no qual trocamos sorrisos. Então dei mais uma volta no parque e quando passei perto novamente da moça o Moe simplesmente parou e sentou do lado do banco onde ela estava.
Fingi brigar com ele, mas a moça já foi passando a mão nele e perguntando o nome.
Conversamos, e vi que ela estava lendo o livro: Marley & Eu, um livro que trata de um cão labrador também, enfim, ela ama labradores, e foi o nosso tema principal da conversa, a minha vida e a do Moe. Trocamos telefones e hoje vamos nos ver em um Pub, onde uma banda cover de U2 se apresenta.
Retriever ou não, filho ou não, só sei que o Moe sabe cuidar de mim, por isso deixo de fazer qualquer coisa para cuidar dele!






